quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Pd. António Vieira - 400 anos

Hoje, Quarta-Feira de Cinzas, começa a Quaresma, período de deserto, de conversão, de preparação para a Festa da Páscoa.


Hoje, dia 6 de Fevereiro de 2007, celebram-se 400 anos do nascimento de um Grande Homem da Igreja, da Literatura, da Lusofonia, dos Direitos dos Homens e dos Povos - Pd. António Vieira.


É para nós, portugueses, um orgulho que tão grande homem tenha nascido português.


É para nós, católicos, um desafio e um exemplo, que um tal irmão nos tenha ensinado o que ensinou, e como nos ensinou.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Leituras

Vale a pena ler:

Publicada por Joaquim, no Portugal Contemporâneo.

Comentário (meu) - aqui (no blogue de apoio).
Pedro Cruz

domingo, 3 de fevereiro de 2008

domingo, 27 de janeiro de 2008

Folha Informativa - Dom. 27 de Jan. de 2008

Domingo III do Tempo Comum

Palavra do Pároco

A Catedral (a propósito da construção da nova igreja)
Conta-se que Alguém visitando uma catedral que estava em obras, começou a conversar com alguns operários que lá estavam a trabalhar.
O primeiro com quem falou era um operário mal-humorado que estava a deitar cal na argamassa. Tendo-lhe perguntado o que estava a fazer, o operário respondeu: «estou a cumprir a maldição divina: ganhar o pão com o suor do rosto».
Continuando a visita, o segundo operário a quem fez a mesma pergunta era um operário resignado que transportava materiais. Este respondeu: «estou a ganhar a vida para sustentar a minha casa».
Mais adiante encontrou outro que, satisfeito, esculpia uma imagem. Feita a mesma pergunta, respondeu: «Estou a trabalhar numa obra de arte».
Finalmente, já no telhado, num sítio onde não podia ser visto da rua, encontrou um homem alegre que irradiava felicidade e que cantava enquanto varria o terraço. - Que fazes, homem? -Perguntou-lhe. «Estou a construir uma catedral!» Respondeu.

Campanha dos 0,5%
NUIPC da Associação Famílias para o III Milénio
- 505 504 073 -
Divulgue este número
Não deixe cair esta ideia!

Pensamento
Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um chama-se ontem. O outro chama-se amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e, principalmente, viver.
Dalai Lama
Meditação
Festa da Apresentação do Senhor
Se queremos luz,
Ele veio para nos iluminar.
Se queremos força para resistir,
Ele veio para nos fortalecer.
Se queremos perdão,
Ele veio exactamente para nos perdoar.
Se queremos o dom do amor,
Para isso Ele se fez criança
E quis apresentar-se a nós
Pobre e humilde,
Para afastar de nós todo o temor.
Sto. Afonso de Ligório
Destaque
A Paróquia de Algés está na Net
http://paroquiadealges.blogspot.com/
É um Blogue onde poderemos encontrar abundantes informações sobre a nossa Paróquia e muitos textos de meditação, reflexão e estudo de grande interesse, muitos deles retirados da Folha Informativa.
Façam-nos chegar as vossas sugestões e reflexões.

http://igrejademiraflores.blogspot.com/
Foi criado para ser um espaço de informação sobre a nova Igreja de Miraflores. Façam-nos chegar ideias em ordem a uma maior mobilização da nossa Paróquia por esta causa.
Especialmente aos vizinhos com janela para a futura igreja, pedimos que nos façam chegar fotografias do decorrer da empreitada, em formato digital.

Bento XVI
Ver Deus em Todas as coisas
É essencial que cada um se comprometa a viver sua própria vida com uma atitude de responsabilidade perante Deus, reconhecendo nele o manancial original da sua existência e da dos demais.
Sem o fundamento transcendente, que é Deus, a sociedade corre o risco de converter-se numa mera agregação de vizinhos, deixa de ser uma comunidade de irmãos e irmãs, chamados a formar uma grande família.
Encontro tradicional de início de ano
com os representantes da Inspecção-geral
da Segurança Pública da Polícia Italiana

À mesa da Palavra
São Mateus, o evangelista deste ano litúrgico (2)
A tradição antiga da Igreja é unânime em atribuir a S. Mateus a paternidade do primeiro Evangelho.
Já Papias, bispo de Hierápoles, na Frigia, o tinha dito, cerca do ano 130. Escreveu: «Mateus verteu as palavras (do Senhor) em língua hebraica, e cada um as interpretou como podia».
O historiador Eusébio acrescenta esta informação: «Mateus, que primeiro pregara entre os judeus quando a certa altura decidiu ir também evangelizar outros povos, escreveu na língua materna o Evangelho que anunciava. Procurou deste modo recompensar aqueles de quem se separava, substituindo pela escrita o que perdiam com a sua partida».
Já não possuímos o Evangelho escrito por Mateus em hebreu ou em aramaico, mas no Evangelho grego que chegou até nós continuamos a ouvir ainda, de alguma maneira, a voz persuasiva do publicano Mateus que, tornado apóstolo, continua a anunciar-nos a misericórdia salvífica de Deus, e escutamos essa mensagem de S. Mateus, nela meditando sempre, e de novo, sempre, para aprendermos, também nós, a levantarmo-nos e a seguir Jesus com determinação.
Bento XVI

Os grupos «À Mesa da Palavra»
Apesar de serem já sete os grupos de partilha da Palavra de Deus que se reúnem semanalmente (integram cerca de 60 pessoas) outros grupos não chegaram a arrancar por falta de inscrições. Não deixemos de tomar neste ano alguma iniciativa que nos faça amar e conhecer melhor a Palavra de Deus, individualmente e em Comunidade. Esta pode ser uma forma excelente.

Grupos que já funcionam
(Alguns ainda não estão completos)
» Tito
Algés, terça-feira, às 17h00
» S. Lucas
Algés, quinta-feira, 19h00
» S. Mateus
Algés, quinta-feira, 21h00
» S. Tomé
Miraflores, quarta-feira, 16h00
» S. José
Miraflores, quarta-feira, 20h45
» S. Marcos
Miraflores, quinta-feira, 16h00
» S. Timóteo
Salão paroquial, terça-feira, 14h30
» S. Mateus
Salão, quinta – feira, às 14h30

Grupos que ainda não iniciaram - (por falta de participantes)
» S. Filipe
Algés, segunda – feira, 18h00
» S. João
Miraflores, 10h30
» S. Pedro
Miraflores, 10h30

Sabia que
Palavras de D. Bosco
Um dia perguntaram a Dom Bosco o que era preciso fazer para ter uma vida longa, e ele respondeu:
«Eu dir-vos-ei um segredo, ou melhor uma prescrição. Para ter boa saúde e viver longamente são precisas 4 coisas:
1 – Uma consciência limpa que, quando for dormir, não tema a eternidade;
2 – Moderação ao comer;
3 – Uma vida activa;
4 – Boas companhias ou seja afastar-se daqueles que te podem corromper


Homens da Igreja dão nome a ruas de Miraflores
Três novas ruas de Miraflores (as duas da nova urbanização de Santo António e a rua entre Centro Comercial Dolce Vita e o terreno da nova Igreja) receberam nomes de homens e mulheres de Igreja:
- Santa Teresinha, a padroeira das Missões;
- D. António Ribeiro, o patriarca de Lisboa que esteve nas origens do processo da Igreja de Miraflores
- e o monsenhor Manuel Teixeira, grande missionário de Macau e historiador do Oriente.
A Igreja de Miraflores fica, assim, com acesso para a rua de Santa Teresinha (a entrada principal) e para a rua D. António Ribeiro. Num tempo como o nosso, onde se procura «varrer» da praça pública os sinais sagrados, como os crucifixos ou o nome dos santos, é de louvar esta iniciativa por parte da Câmara Municipal de Oeiras.

Notícias
Conferência de Maria José Nogueira Pinto
No próximo dia 30, quarta-feira, às 21h30, na igreja de Carcavelos, teremos a segunda conferência sobre a Doutrina Social da Igreja, promovida pela nossa Vigararia. Desta vez a conferencista convidada é a Dra. Maria José Nogueira Pinto. Organizemos a nossa vida para aproveitarmos momentos de formação como estes.

Missionários da Oração
Torna-me, Senhor meu Deus,
Obediente, pobre e casto,
Paciente sem reclamação,
Humilde sem fingimento
Alegre sem dissipação,
Triste sem abatimento,
Reservado sem rigidez
Activo sem leviandade,
Animado pelo temor sem desânimo,
Sincero sem duplicidade,
Fazendo o bem sem presunção,
Corrigindo o próximo sem altivez,
Edificando-o com palavras e exemplos, sem falsidade.
S. Tomás de Aquino
Leituras
28 ► S. Tomás de Aquino, presbítero e doutor da Igreja - MO
2ª Feira L 1 2 Sam 5, 1-7.10; Sal 88; Ev Mc 3, 22-30
29 ► L 1 2 Sam 6, 12b-15.17-19; Sal 23; Ev Mc 3, 31-35
3ªFeira
30 ► L 1 2 Sam 7, 4-17; Sal 88; Ev Mc 4 1-20
4ªFeira
31 ► S. João Bosco, presbítero - MO
L 1 2 Sam 7, 18-19.24-29; Sal 131; Ev Mc 4, 21-25
5ªFeira
1 ► L 1 2 Sam 11, 1-4a.5-.10a.13-17; Sal 50; Ev Mc 4, 26-34
6ª Feira
2 ► Apresentação do Senhor -Festa
Sábado L 1 Mal 3, 1-4 ou Hebr 2, 14-18; Sal 23; Ev. Lc 2, 22-40 ou
Lc 2, 22-32
3 ► Domingo IV do Tempo Comum
Domingo L 1 Sof 2, 3;3,12-13; Sal 145; L 2 1 Cor 1, 26-31 ; Ev Mt 5, 1-12a

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

IRS a favor da construção da Igreja de Miraflores

Caros amigos
Este fim de semana vamos arrancar com uma campanha de angariação de fundos para a construção da Igreja de Miraflores.

Trata-se de algo previsto na lei:
- cada um de nós pode consignar 0,5% dos seus impostos para um fim à sua escolha. Isto sem quaisquer encargos ou penalizações.
No anexo, que podem descarregar aqui, vem tudo explicado...

Segue, então o pedido:
- divulguem este postal e o seu anexo a todos os vossos amigos, ou imprimam alguns folhetos para distribuir.
Peçam-lhes a eles que façam o mesmo encaminhando, por sua vez, para os seus amigos.
Não custa nada e, se conseguirmos que isto se espalhe por toda a parte, poderemos encontrar aqui uma ajuda preciosa para reunirmos os €500.000,00 que necessitamos para a construção da Igreja.
Rezemos por esta causa.
Um abraço Muito amigo
Pe Daniel

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Folha Informativa - Dom. 16 de Janeiro de 2008

Festa do Baptismo do Senhor

Palavra do Pároco
Com a Solenidade do Baptismo do Senhor iniciamos liturgicamente o Tempo Comum.
A nossa vida de todos os dias tem esta marca: a vivência do nosso baptismo, o chamamento comum à santidade.
João Paulo II na carta «No Início do Novo Milénio» lembrava a Igreja que toda a actividade pastoral devia ter como objectivo primeiro conduzir cada cristão à vivência feliz e consciente desta vocação à vida de Deus.
Podemos e devemos perguntar sempre se o que queremos e o que procuramos fazer tem esta motivação e tende para esta medida alta.

É mais do que uma exigência da nossa consciência, é confiarmos humildemente e com uma alegria verdadeira que o próprio Pai, por amor, nos concede viver d’Ele e para Ele.

Pensamento
Nada preferir ao amor de Cristo...

Santo Antão

Meditação
Reúne, Senhor o que está disperso!
Deus eterno e todo-poderoso,
Tu, que reúnes o que está disperso
E constróis a unidade com o que reúnes,
Olha com amor para a Igreja de teu Filho:
Pedimos-te que unas na totalidade da fé
E com o laço da caridade
Todos os homens consagrados por um mesmo baptismo
Em Jesus, o Cristo, nosso Senhor.

Deus, que amas os homens, nós te pedimos:
Apoia-nos com o poder do teu Espírito;
Respondendo melhor à nossa vocação,
Daremos testemunho da verdade
E podemos procurar com confiança
A unidade dos crentes na paz do teu Filho,
Jesus, nosso Senhor.

Senhor, anima a tua Igreja, com o sopro do Espírito:
Que ela avance no amor da verdade
E trabalhe com um coração generoso
Para a unidade de todos os cristãos,
Em Jesus, o Cristo, nosso Senhor.

Mostra-nos, Senhor, até que ponto nos amas,
E, pela força do Espírito,
Aproxima os cristãos divididos:
Que a tua Igreja apareça claramente
Como teu sinal no meio do mundo,
E que o mundo, atraído pela sua luz,
Creia em Jesus, teu Enviado,
O Cristo, nosso Senhor.


Destaque

- Pela Unidade dos Cristãos - Semana de Oração
De 18 a 25 de Janeiro os cristãos das diferentes igrejas rezam para que se realize a unidade plena querida pelo Senhor. Celebra-se, este ano, o centésimo aniversário da Semana de Oração por esta causa.
Já há vários anos que é elaborado um Guião Mundial para esta semana, resultante do trabalho conjunto da Comissão «Fé e Constituição», do Conselho Mundial das Igrejas, e do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, da Igreja Católica. A passagem bíblica escolhida para esta celebração centenária é «orai sem cessar» (1 Tes 5,17).
A Igreja foi instituída pelo Senhor para ser Sinal de Unidade. Esta Unidade brota da sua própria natureza e missão: saibamos ser parte integrante deste grande movimento de oração.

Sabia que
Foi o padre anglicano e co-fundador da Fraternidade Franciscana da Reconciliação, Paul Wattson que, em 1908, iniciou uma oitava de oração pela unidade dos cristãos.
Leão XIII, em 1897, determinou que os nove dias entre a Ascensão e o Pentecostes fossem dedicados a essa intenção de unidade. Em 1910 Pio X mudou essa celebração para os dias de 18 a 25 de Janeiro – datas em que se comemorava, respectivamente, a festa da Cátedra de S. Pedro e a Festa da Conversão de S. Paulo.

À mesa da Palavra
Para que a Palavra de Deus gere vida e produza todos os seus frutos, necessário é acolhê-la e vivê-la. Na presença do Verbo de Deus que fala e se revela, a principal actividade que nos é pedida é a da escuta e do acolhimento. «Escutem-no», é precisamente a ordem dada pelo Pai aos discípulos, a respeito do seu Filho. É uma escuta realizada mais com o coração do que com os ouvidos.
F.Nguyen Van Thuan

Destaque
O Grupo de Oração Carismática de Algés – Miraflores
O Grupo de Oração Carismática iniciou a sua caminhada de fé e de aprofundamento da Palavra de Deus em 5 de Janeiro de 2004, tendo sido feito um seminário de Vida Nova no Espírito no final do mesmo ano.
O Grupo de Oração reúne-se às quartas – feiras, das 21h00 às 22h30, na Igreja de Miraflores.
Já conhece o Renovamento Carismático Católico? Quer descobrir uma vivência de Amor de Deus de uma forma mais próxima, mais íntima?
Convidamo-vos para este encontro semanal com Jesus.

A Capela de Nossa Senhora do Cabo, em Algés de Cima
Com o conhecimento e total apoio da Junta de Freguesia, proprietária da Capela, procuramos fazer desta igreja de grande beleza e simplicidade um espaço de oração individual e comunitária, de louvor e adoração.

Assim:
Missa Dominical (vespertina)
Todos os Sábados, às 17h00

Exposição do Santíssimo
Primeiro sábado de cada mês, a seguir à missa

Confissões
Todos os Sábados, após a Missa

Oração diária do Terço
Todos os dias do ano, às 18h15

Oração das Mães
Todas as 2ª feiras, das 17h às 18h10

Noites de Oração e outras iniciativas

A Santa Casa da Misericórdia de Oeiras
É verdadeiramente admirável a história e o serviço social prestado pela Santa Casa da Misericórdia de Oeiras no nosso Concelho. Aliás, todo o rico passado histórico, a vastidão da intervenção social actual em todo o país, a ousadia das suas respostas, variando de Misericórdia para Misericórdia, o fundamento da sua existência (a prática das obras de misericórdia corporais e espirituais) são, por si só, admiráveis.
Na Freguesia de Algés, a intervenção actual da Misericórdia de Oeiras situa-se essencialmente no acolhimento e acompanhamento dos sem – abrigo. Todos os dias do ano, nas instalações da Paróquia, que colabora neste projecto com a cedência das instalações, um grupo considerável de pessoas carenciadas e sem tecto encontram a refeição principal do dia, uma palavra amiga, o apoio na sua higiene pessoal e a proposta de um programa de vida elaborado em conjunto com a técnica de serviço social e a psicóloga que os acompanha. Devidamente acompanhados pelas técnicas da Santa Casa e por uma funcionária a tempo inteiro impressiona, no entanto, o dinamismo de um grande grupo de voluntários que marcam presença no dia a dia pela sua humanidade, perseverança e espírito de serviço.

Notícias
Jornada Mundial do Migrante e Refugiado

Celebra-se hoje, dia 13 de Janeiro, a 94ª Jornada Mundial do Migrante e Refugiados subordinada ao tema “Os Jovens Migrantes”. No contexto desta Jornada realizar-se-á, de 18 a 20 de Janeiro, em Fátima, o VIII Encontro de Animadores Pastorais das Migrações sobre “ Os Migrantes e o Futuro da Europa”.

Esta Semana
Missionários da Oração
Faz-nos ver, Ó Cristo, os preconceitos e receios
Que não nos atrevemos a reconhecer em nós
E contradizem as nossas orações.
Ajuda-nos a ver a causa dos conflitos,
Livra-nos de toda a falsa superioridade.
Ensina-nos a crescer na unidade
Com todos os filhos de Deus.
(“Prions en Église, 1985)

Leituras
14 ► L 1 1 Sam 1, 1-8; Sal 115; Ev Mc 1, 14-20
2ª Feira
15 ► L1 1 Sam 1, 9-20; Sal 1 Sam 2; Ev Mc 1, 21-28
3ªFeira
16 ► L 1 1 Sam 3, 1-10.19-20; Sal 39; Ev Mc 1 29-39
4ªFeira
17 ► S. Antão, abade - MO
L 1 Sam 4, 1-11; Sal 43; Ev Mc 1 40-45
5ªFeira
18 ► L 1 1 Sam 8, 4-7.10-22a; Sal 88; Ev Mc 2, 1-12
6ª Feira
19 ► L 1 1 Sam 9, 1-4.17-19:10,1a; Sal 20; Ev. Mc 2, 13-17
Sábado
20 ► Domingo II do Tempo Comum
Domingo L 1 Is 49, 3.5-6; Sal 39; L 2 1 Cor 1, 1-3 ; Ev Jo 1, 29-34

Epifania

Icone Bizantino

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Folha Informativa - Dom. 6 de Janeiro de 2007

Domingo da Epifania do Senhor

Palavra do Pároco
De volta à Nova Igreja de Miraflores
Foram quatro meses de aparente inactividade e algum silêncio que pode ter suscitado nervosismo por parte de muitos. Várias vezes me perguntaram se a obra estava parada! De facto, ela nunca esteve parada, pois a obra não é só o que acontece no terreno mas também o que acontece nos “bastidores”. Nos últimos meses desenvolveu-se um intenso trabalho em ordem à segunda fase do empreendimento: a construção do Centro Pastoral e do piso – 1 da Igreja, que inclui um espaço amplo aberto e as capelas mortuárias. Fica para uma próxima empreitada a construção do auditório e a igreja propriamente dita. Foram convidadas 11 empresas que após abundantes reuniões e trocas de elementos técnicos resultou na escolha de uma só, a Sotencil, a quem foi adjudicada a empreitada por 1.109.417,17 € + IVA no último dia de 2007. Esta empreitada decorrerá durante 10 meses, o que significa que se realizará, se Deus quiser, durante este ano de 2008.
O montante ultrapassou largamente aquilo que pensávamos. Como só temos 600.000 €, temos de encontrar forma juntar ao longo de 2008 os restantes 500.000,00 €, tentando reduzir ao máximo o montante do empréstimo bancário. Vale aqui a máxima de S. Bento para os seus monges: «Ora et labora» – rezar e trabalhar. Que o Senhor nos coloque à altura deste grande desafio.

Destaque
A nova Igreja de Miraflores
Oração a ser rezada nas missas do primeiro Domingo de cada mês:
Dai-nos, Senhor, a graça de nos empenharmos com fé e generosidade na construção da nova igreja de Miraflores e de crescermos como Comunidade Paroquial, fortalecida pelos vossos dons e alicerçada num desejo firme de Vos amar e servir.

Peregrinação a Fátima
No próximo Sábado, 12 de Janeiro, organizamos mais uma Peregrinação a Fátima para rezarmos pela nova igreja de Miraflores e pela nossa Comunidade Paroquial. Podemos inscrever-nos nos serviços paroquiais

Donativos no mês de Dezembro
4.155,00 euros

Destaque
A Oração das Mães
«Cessa de chorar e enxuga as tuas lágrimas.
Tudo o que fizestes pelos teus filhos será recompensado.
Eles voltarão do inimigo. Há uma Esperança para o teu futuro.
Os teus filhos voltarão a sua casa. Eu, o SENHOR, falei»
(Jer 21:16,17)
É nesta certeza de FÉ no que nos diz o Senhor na sua Palavra, que nos reunimos em Oração de Mães (biológicas ou espirituais) todas as 2ª feiras, das 17h às 18h10 na Capela de Nª Senhora do Cabo em Algés de Cima.
As primeiras mães que se encontraram em Oração foram Nª Sr.ª e sua prima Stª. Isabel.
Mãe, estás convidada.
O grupo dinamizador

Pensamento
Os Reis Magos eram astrónomos do coração, porque souberam descobrir e deixar-se guiar pela sintonia entre as luzes do alto e a luz interior.
José Augusto

Meditação
Se não tivéssemos conhecido o Verbo e não fôssemos iluminados pelos seus raios, em nada nos distinguiríamos das galinhas alimentadas com todos os cuidados, engordando na escuridão e criadas para a morte. Acolhamos a Luz para podermos acolher Deus. Acolhamos a Luz e tornemo-nos discípulos do Senhor.~
Clemente de Alexandria

Ó Menino, a quem os astros se submetem! De quem é tamanha grandeza e glória de ter, perante seus próprios panos, Anjos que velam, reis que tremem e sábios que se ajoelham? Quem é este, que é tal e tanto? Admiro de olhar para panos e contemplar o céu; ardo de amor ao ver no presépio um mendigo que reina sobre os astros. Que a fé venha em nosso socorro, pois falha a razão natural.
Santo Agostinho

Destaque
A solenidade da Epifania celebra a manifestação de Cristo aos Magos. É mistério de luz, simbolicamente associada à estrela que guiou os Reis Magos até Belém, mas a verdadeira fonte luminosa é Jesus «que das alturas nos visita como sol nascente».
Os Magos “adoraram um simples Menino nos braços de Mãe Maria, porque reconheceram n’Ele a fonte da dupla luz que os tinha guiado: a luz da estrela e a luz das escrituras. A Epifania de Cristo é, ao mesmo tempo, epifania da Igreja, ou seja, manifestação da sua vocação e missão universal. Com a Epifania somos todos chamados ao baptismo, à unidade com Cristo. Somos um em Cristo

Que a estrela da Fé nos conduza ao presépio. Foi lá que Jesus nasceu e se manifestou ao Magos e a nós.
Aprendamos com Maria a ser «epifania» do Senhor na abertura do coração à força da graça e na adesão fiel à Palavra de Seu Filho, Luz do Mundo.
Saibamos ser os Magos de hoje.

UM DESEJO PARA 2008
O meu maior desejo é que os cristãos acordassem para a necessidade de um encontro mais pessoal com Cristo, de procurar conhecer a pessoa de Cristo, no seu dinamismo mais íntimo, numa ligação mais profunda com a pessoa de Jesus Cristo.
Ao mesmo tempo, que compreendessem que o cristão é Igreja e, por isso, terá que assumir a sua responsabilidade de Igreja, dentro das comunidades, numa corresponsabilidade …
D. Jorge Ortiga
Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa
Sabia que:
«Magos»
é expressão que vem de Heródoto ( 420 A.C) referindo-se a todos quantos se interessavam por coisas do céu, hoje correntemente designados como astrónomos (e por astrólogos). A tradição cristã designou-os de «Reis Magos».
Um tratado atribuído a Beda, o Venerável (monge do Mosteiro de Jarrow, Inglaterra, ca. 673-735) intitulado Excerpta et Collecranea chama os Magos de Melquior, Gaspar e Baltazar.
Diz o texto: «Melquior um homem velho com cabelos brancos e longa barba… ofereceu ouro para o Senhor como a um rei. O segundo, de nome Gaspar, jovem, de pele avermelhada, …honrou-o como Deus com seu presente de incenso, oferenda digna da divindade. O terceiro, de pele negra e barba cerrada, chamado Baltazar… com o seu presente de mirra testemunhou o Filho do Homem que deveria morrer».
A catedral de Colónia contém os que pretendem ser os restos mortais dos Magos; estes, diz-se, foram descobertos na Pérsia, conduzidos a Constantinopla através de Santa Helena, transferidos para Milão no Século V e para Colónia em 1164.

Notícias
HOJE, Dia de Reis – na Igreja dos Jerónimos, às 16 horas – Concerto com a «Messa di Gloria» de Puccini pelo Coro de Santa Maria de Belém e a Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Esta Semana
- Sábado, dia 12
Peregrinação Paroquial a Fátima
- Domingo, dia 13
Encontro para os profissionais da saúde

Missionários da Oração
CONDUZ-ME DOCE LUZ
Através das trevas que me cercam.
Conduz-me, Tu, sempre na dianteira!
A noite é escura
E estou longe de casa:
Conduz-me, Tu, sempre na dianteira!
Guarda os meus passos: não te peço para ver já
Aquilo que dizem se há-de ver depois:
Um só passo de cada vez já é bastante para mim.
……………..
Se o Teu poder me abençoou generosamente, há-de também
Saber conduzir-me sempre na dianteira
Pelo areal e pelo pântano,
Sobre o rochedo abrupto e a onda da torrente
Até que a noite se afaste
E de manhã sorriam os rostos dos anjos
Que eu tinha amado há muito tempo
E que tinha perdido por algum tempo!

Conduz-me, doce Luz,
Conduz-me, Tu, sempre na dianteira!
J. Henry Newman

Leituras
7 ► L 1 1 Jo 3, 22-4,6; Sal 2; Ev Mt 4, 12-17.23-25
2ª Feira
8 ► L1 1 Jo 4, 7-10; Sal 71; Ev Mc 6, 34-44
3ªFeira
9 ► L 1 1 Jo 4, 11-18; Sal 71; Ev Mc 6 45-52
4ªFeira
10 ► L 1 Jo 4, 19-5,4; Sal 71; Ev Lc 4 14-22a
5ªFeira
11 ► L 1 1 Jo 5, 5-13; Sal 147; Ev Lc 5, 12-16
6ª Feira
12 ► L 1 Jo 5, 14-21; Sal 149; Ev. Jo 3, 22-30
Sábado
13 ► Domingo - Baptismo do Senhor
Domingo L 1 Is 42, 1-4.6-7; Sal 28; L 2 Act 10, 34-38 ; Ev Mt 3, 13-17 ou
L 1 Is 55, 1-11; Sal Is 12; L 2 1 Jo 5, 1-9; Mt 3 13-17

A desforra de Deus

Publicado no Público sob este título, em 03.01.2008, o texto infra, da autoria de Esther Mucznik, conhecida investigadora em assuntos judaicos, foi republicado em vários blogues. V.g. aqui, aqui e aqui.


«O fenómeno religioso tem vindo a conquistar espaço na vida pública em proporção inversa à prática religiosa dos cidadãos

"A República precisa de crentes", afirmou, no Vaticano, Nicolas Sarkozy. Em visita ao Papa Bento XVI, o Presidente francês acaba de quebrar um tabu que, desde a lei de separação de 1905, relega a religião para a esfera privada dos indivíduos, suprimindo a sua expressão pública.

No seu discurso em Roma, Sarkozy foi ainda mais longe, assumindo as raízes cristãs da França, "cimento da identidade nacional", e defendendo uma laicidade positiva que não encare as religiões "como um perigo, mas sim como um trunfo", numa França hoje religiosamente diversa.

Como era de esperar, estas considerações tumultuaram a classe política francesa e alguma opinião pública, nomeadamente à esquerda. "Trata-se de uma verdadeira confusão entre o religioso e o político", afirmou François Hollande, dirigente do PS francês.

Dir-se-á que esta é mais uma daquelas polémicas à francesa que não interessam a ninguém, a não ser aos próprios. No entanto, como aqui já tive a ocasião de o dizer, devido precisamente ao radicalismo da sua experiência, a França é frequentemente um laboratório cujos sinais ultrapassam as suas fronteiras e este é um deles.

Como doutrina e como prática, a laicidade radical que considera a religião como um factor de atraso e obscurantismo a banir do espaço público, e se possível da estratosfera, está de facto completamente ultrapassada, não só em França, mas onde quer que ela se manifeste. Existe apenas em cabeças dogmáticas que fizeram do laicismo e do anticlericalismo a sua própria religião.

Na prática, quer os cidadãos, quer o poder político mantêm com as confissões religiosas uma relação natural e descontraída. Isto é uma realidade no mundo ocidental e também em Portugal, onde partidos políticos, comunicação social, ministros e Presidentes visitam igrejas, sinagogas, mesquitas e mantêm contactos com as lideranças religiosas quando tal é necessário.

A que se deve esta evolução, absolutamente impensável ainda há duas décadas? A uma maior religiosidade dos cidadãos e, em consequência, a um maior respeito pelas suas instituições? A resposta é, claramente, não!

Paradoxalmente, e em particular no Ocidente europeu, o fenómeno religioso tem vindo a conquistar espaço na vida pública em proporção inversa à prática religiosa dos cidadãos. O lugar que hoje é dado à expressão pública das confissões religiosas é o resultado, em primeiro lugar, do apaziguamento do trauma da violência inaugural da separação Estado/Igreja; em segundo lugar, do reconhecimento de que num mundo de opressão política e corrupção moral os valores religiosos oferecem um universo moral alternativo às utopias ateístas e seculares. "Se não tiveres Deus", afirma T.S. Eliot, "terás de te prostrar perante Hitler ou Estaline."

Certo ou errado, a verdade é que a religião tem sido frequentemente um fermento no combate às ditaduras políticas e militares: contra os regimes comunistas no Leste europeu, contra as próprias ditaduras militares seculares no mundo islâmico, onde as mesquitas são frequentemente, e com os excessos que se conhecem, o único centro de oposição política, ou mais recentemente na resistência dos monges birmaneses a um dos regimes mais opressivos do mundo.

Digamos que no último quartel do século XX a história reabilitou a religião, com os seus lados positivos, mas também com os seus excessos brutais. "La revanche de Dieu", como lhe chamou Gilles Kepell.

O terceiro elemento da visibilidade actual do fenómeno religioso é a diversidade religiosa e particularmente a presença maciça do islão na Europa. Contrariamente ao judaísmo, habituado a viver em diáspora durante milénios, conformando-se às leis dos países, segundo a máxima talmúdica "a lei do pais é a nossa lei", o islão não tem experiência histórica da separação entre a vivência cívica e a religiosa. Assim, a presença islâmica é uma presença religiosa visível e culturalmente diversa que mexe com o espaço público e representa um desafio para uma Europa habituada a ver-se como um "clube cristão".

A questão que a diversidade religiosa coloca - e que é hoje absolutamente central - é como conviver harmoniosamente entre religiões diferentes e entre religiosos e ateus, respeitando e partilhando o espaço comum. É aqui que a questão da laicidade positiva, ou seja, uma visão liberal da laicidade, feita de negociação permanente e de equilíbrio das liberdades individuais e colectivas, pode dar uma resposta. Só ela permite a plena realização pessoal e cívica que para muitas pessoas passa pela prática de uma religião. Ao estimular uma prática religiosa tolerante e respeitadora das convicções alheias, a laicidade positiva é também um antídoto contra os fundamentalismos religiosos e laicos.

Algo estará a mudar na velha Europa, a que não será estranho o combate intransigente do Papa Bento XVI contra as ideologias seculares e o materialismo "que esqueceu que o homem permanece homem, que a liberdade permanece a liberdade, mesmo para fazer o mal". Algo está a mudar numa Europa em que o Presidente francês vai ao Vaticano afirmar as raízes cristãs da república mais laica do planeta e em que um ex-primeiro ministro britânico assume publicamente a sua apostasia e conversão ao catolicismo....

Em Portugal, onde a convivência inter-religiosa e cultural é hoje pacífica, ainda existem esporadicamente uns laivos de laicismo sectário e absurdo, como a recente medida do Ministério da Educação de retirar os nomes dos santos às escolas públicas. A verificar-se, esta decisão revela uma visão da laicidade completamente deturpada, ignorando a cultura cristã dominante da população portuguesa e encarando a esfera pública secular como um espaço neutro, asséptico e esquizofrénico, em que cada um tem de calar as suas convicções, remetendo-as para uma esfera quase tão tabu e "vergonhosa" como as opções sexuais... Para não referir o absurdo de uma medida que coerentemente teria de se aplicar progressivamente a hospitais, juntas de freguesia, elevadores públicos...

Será necessário repetir que a laicidade positiva contemplada pela Lei de Liberdade Religiosa de 2001 pressupõe, ao invés, a expressão pública, livre e harmoniosa da diversidade cultural e religiosa?»

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Natividade - Josefa de Óbidos

Adjectivo ou imperativo?

(Interpretação errada da Bíblia gera confusão extraconjugal.)
Ou
O sonho, o pastor e o acento (ou a putativa falta dele).

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Folha Informativa - 16 de Dezembro de 07 Domingo III do Advento

Palavra do Pároco
Cristo Jesus, volta mais uma vez!
Precisamos de Ti, só de Ti e de nenhum outro.
Unicamente Tu, que nos amas,
Podes compreender o nosso sofrimento,
A piedade que cada um de nós sente por si mesmo.
Só Tu podes perceber quanto á grande, incomensuravelmente grande,
A necessidade que temos de Ti nesta hora do mundo.

Nenhum outro, nenhum de todos os que vivem,
Nenhum dos que dormem na lama da glória
Pode dar aos homens necessitados, caídos em tal cruel penúria,
Na miséria mais terrível de todas – a da alma - ,
O bem que salva!

Nós te pedimos, Cristo, nós que ainda nos recordamos de ti,
Nós te pedimos que voltes mais uma vez
Ao meio dos homens que te mataram,
Ao meio dos homens que te continuam a matar,
Para dar, a esses assassinos das trevas, a luz da vida verdadeira…

Nós esperamos-Te, Cristo Jesus, esperar-Te-emos todos os dias,
A despeito da nossa indignidade e de todos os impossíveis.
E todo o amor que encontrarmos nos nossos corações devastados,
Será para Ti, que foste atormentado por amor de nós,
E agora nos atormentas com toda a força do teu amor implacável.

Giovanni Papini

Pensamento
O Nosso Mestre é Jesus Cristo, Filho e enviado de Deus, Pai e Senhor de todas as coisas, do qual recebemos o nome de cristãos.
S. Justino

Meditação
O nascimento interior de Deus
Ah, que alegria, Deus se faz homem e também já nasceu!
Onde? Em mim: Ele me escolheu como Sua mãe.
Como pode acontecer? Minh’alma é Maria,
Manjedoura o meu coração, e o corpo a gruta.
A nova justiça são as faixas e os panos,
José o temor de Deus, e as forças do ânimo
São anjos em alegria, e a luz é o seu clarão,
Os sensos pudicos são os pastores, que o encontram.

Angelus Silesius
À mesa da Palavra
«Não só de pão vive o homem,
mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4,4)

Sem a Palavra
Que faz arder o nosso coração,
Pouco mais podemos fazer
Do que voltar para casa,
Resignados com o triste facto de que,
Não há nada de novo debaixo do sol.

Sem a Palavra,
A nossa vida tem pouco sentido,
Pouca vitalidade e pouca energia.

Sem a Palavra,
Continuamos a ser
Pessoas mesquinhas,
Com interesses mesquinhos,
Que levam vidas mesquinhas
E morrem de mortes mesquinhas
Henri Nouwen
Destaque
Tempo de Advento – Tempo de Conversão

Bento XVI convida-nos, neste Natal, a que abramos o nosso coração para «acolher o Filho de Deus que vem ao meio de nós para tornar manifesto o juízo divino». E diz:
«O Pai celeste, que no nascimento do seu Filho unigénito nos manifestou o Seu Amor misericordioso, chama-nos a seguir os seus passos, fazendo das nossas existências, como Ele, um dom de Amor. (…) É hoje, no presente, que se joga o nosso destino futuro; é com o nosso comportamento concreto que decidimos a nossa sorte eterna. No entardecer dos nossos dias na terra, no momento da morte, seremos avaliados com base na nossa semelhança ou não com o Menino que está para nascer na pobre gruta de Belém, porque é Ele o critério de medida que Deus deu à humanidade».
Somos convidados a mudar; a mudança tem de começar por nós, por dentro e tem um nome: Conversão. Abramos, pois, os nossos corações.

Sabia que
Nossa Senhora do Ó
A Festa de Nossa Senhora do Ó é uma devoção Mariana, instituída no Século VI pelo X Concílio de Toledo e é conhecida na liturgia pelo nome de «Expectação do Parto de Nossa Senhora». O nome de Senhora do Ó advém do facto de, as antífonas maiores, de 18 de Dezembro à véspera de Natal, começarem sempre pela interjeição exclamática «Ó». Simboliza a gravidez da Virgem Maria: «no avultado ventre sagrado se reconhecem as esperanças do parto».
Em Portugal o culto a Nossa Senhora do Ó ter-se-ia iniciado em Torres Novas, em Santa Maria do Castelo, pela veneração de uma imagem, sita na Capela-Mor da Igreja Matriz e conhecida à época de D. Afonso Henriques por Nossa Senhora de Almondano, no tempo de D. Sancho I por Nossa Senhora de Alcáçova, e a partir de 1212 por Nossa Senhora do Ó; é Padroeira de 16 freguesias.
A devoção à Nossa Senhora do Ó procura, sobretudo, «celebrar a vida».
Assim como Nossa Senhora, na expectativa do nascimento do Salvador, roguemos «Ó! Senhor, vinde logo».

Domingo Gaudete
O terceiro domingo do Tempo do Advento é conhecido por Domingo Gaudete (Domingo «alegrai-vos»), chamado assim pela primeira palavra do intróito da missa deste dia.
Inicialmente, o Advento consistia num jejum de 40 dias de preparação para o Natal, sendo também chamado a «Quaresma de São Martinho». A simbologia deste dia (onde se podem usar paramentos rosa em vez dos habituais paramentos roxos) aponta para o verdadeiro sentido das práticas penitenciais que devem estar sempre marcadas pela alegria cristã. E no Advento, a alegria irrompe desta certeza: O Senhor está próximo! A sua vinda é certa como a aurora!

Notícias
Dia Internacional do Migrante - 18 de Dezembro
A 18 de Dezembro de 1990 a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a Convenção Internacional para a Protecção dos Direitos de todos os Trabalhadores Migrantes e as suas Famílias. Em 2000 este dia foi proclamado o Dia Internacional dos Migrantes. Acima de tudo este dia significa uma oportunidade para se reconhecer a contribuição de milhões de migrantes na economia e no bem-estar tanto dos países de residência quanto de seus próprios, e para promover o respeito aos seus direitos humanos e à cidadania universal de que são detentores como cidadãos membros da família humana.

Semana da Caridade
Da generosidade das pessoas que contribuíram para a Semana da Caridade recolhemos este ano 2.173,94 €, mais 313,45 € que no ano anterior. Este valor destina-se à aquisição de bens alimentares que, associados aos bens alimentares do Banco Alimentar contra a Fome e dos paroquianos de Algés e Miraflores constituirão os «Cabazes de Natal» a oferecer a cerca de 130 famílias carenciadas na nossa Paróquia.

Novo apelo ao Contributo Paroquial
Na mesa à entrada da Igreja poderemos encontrar os desdobráveis do contributo paroquial. Que os paroquianos que ainda não decidiram inscrever-se aproveitem esta quadra para ultrapassar esta sua indecisão. A nossa Comunidade e não se mantém pela «venda de serviços» ou pelas «esmolas» recebidas mas do apoio consciente e responsável dos seus membros. Se me sinto verdadeiramente «membro» e não apenas «frequentador», deveria seriamente pensar nisto…

Vai acontecer
Missa do Galo, também em Miraflores

Este ano haverá também em Miraflores a missa da Meia-noite. Estas missas, há mesma hora em Algés e Miraflores serão as únicas missas vespertinas do dia 24. No dia de Natal, as missas serão à hora habitual de Domingo.

Missionários da Oração
VEM
Ó tu, que és único como o sol, vem!
sem ti, o jardim e as folhas empalidecem, vem!
o mundo sem ti é pó e cinzas.
este banquete, estes regozijos sem ti perdem o vigor, vem!

Rümi

Leituras
17 » L 1 Gen 49, 2.8-10; Sal 71; Ev Mt 1, 1-17
2ª Feira
18 » L1 Jer 23, 5-8; Sal 71; Ev Mt 1, 18-25
3ªFeira
19 » L 1 Jz 13, 2-7.24-25a; Sal 70; Ev Lc 1, 5-25
4ªFeira
20 » L 1 Is 7, 10-14; Sal 23; Ev Lc 1, 26-38
5ªFeira
21 » L 1 Cânt 2, 8-14 ou Sof 3, 14-18a; Sal 32; Ev .LC 1, 39-45
6ª Feira
22 » L 1 Sam 1, 24-28; Sal 2; Ev. Lc 1, 46-56
Sábado
23 » Domingo IV do Advento
Domingo L 1 Is 7, 10-14; Sal 23; L 2 Rom 1, 1-7 ; Ev Mt 1, 18-24

Folha Informativa - Dom. 9 de Dezembro de 07 Domingo II do Advento

Palavra do Pároco
Pressa em julgar
A propósito da leitura de Isaías deste Domingo onde se lê que o Messias «não julgará segundo as aparências, nem decidirá pelo que ouvir dizer» (Is 11, 3), escreve o padre Victor Gonçalves na revista Voz da Verdade:
«É muito fácil esquecermos que, quando apontamos a o dedo a alguém, ficam outros três recolhidos a apontar para nós! Como cresceu este ambiente de tudo julgar, (…) dando voz a falsidades ou especulações que põem em causa a dignidade dos visados? É a liberdade um escape para tudo se poder dizer, seja ou não verdade? Julgar pelas aparências, próprio de conversas de coscuvilheiras, propagar o “ouvi dizer” com destaques de informação televisiva, pode revelar uma grande mediocridade de quem alimenta e consome este estilo de comunicação! (…) Lembro-me um texto lido há tempos: “As pessoas grandes partilham ideias, as pessoas incaracterísticas falam de coisas, as pessoas medíocres optam pela coscuvilhice.” É verdade que Jesus bem nos preveniu acerca da tentação de julgar e condenar, coisa que Ele nunca fez. Pelo contrário, pediu que cada um olhasse para si antes de atirar uma pedra. (…) No fundo, é mais fácil condenar do que salvar. É mais fácil colocar um rótulo do que deixar-se surpreender pelo dom do outro. É mais fácil pintar uma fachada do que construir o que não se vê. (…) Como podemos vencer então esta pressa em julgar?»

Pensamento
O amor consiste em despojar-se e desapegar-se, por Deus, de tudo o que não é Ele.
S. João da Cruz
Meditação
Subida ao Monte Carmelo
Para chegares a saborear tudo,
Não queiras ter gosto em coisa alguma.
Para chegares a possuir tudo,
Não queiras possuir coisa nenhuma.
Para chegares a ser tudo,
Não queiras ser coisa alguma.
Para chegares a saber tudo,
Não queiras saber de coisa nenhuma.
Para chegares ao que não gostas,
Hás-de ir por onde não gostas.
Para chegares ao que não sabes,
Hás-de ir por onde não sabes.
Para vires ao que não possuis,
Hás-de ir por onde não possuis.
Para chegares ao que não és,
Hás-de ir por onde não és.
S. João da Cruz
S. João da Cruz
Nasce em Fontiveros, Espanha, em 1542, no seio de uma família simples e rica de valores humanos. Trabalha como enfermeiro. Estuda nos Jesuítas e, com 21 anos, entra no Carmelo. Aos 25 anos é ordenado sacerdote; nessa altura conhece Santa Teresa de Ávila que o estimula a formar uma nova comunidade de vida pobre, contemplativa e apostólica. Aos 35 anos é preso por 9 meses no calabouço, como rebelde, num convento de Toledo; tudo aceita e é então que escreve os seus poemas. Durante toda a sua vida ele tornou-se um contemplativo, «um nómada que vai revelando o seu amor pelo Reino como fermento que questiona uma sociedade e uma igreja não comprometida…»
Sua mensagem: Que a oração e o silêncio nos levem a descobrir Deus; que sejamos dóceis às inspirações do alto; que saibamos perdoar a todos os que nos ofendem; que descubramos o tesouro da cruz.
Morre com 49 anos, no Convento de Ubeda. Beatificado em 1675 por Clemente X, foi canonizado em 1726 e declarado Doutor da Igreja, por Pio XI, em 1926. Em 1952 foi proclamado «Patrono dos Poetas Espanhóis».

Destaque
Sentido do Advento
Podemos tomar como ponto de partida a palavra «Advento»; este termo não significa «espera», como poderia se supor, mas é a tradução da palavra grega parusia, que significa «presença», ou melhor «chegada», quer dizer, presença começada. Ou seja, o Advento significa a presença começada do próprio Deus. Por isso, nos recorda duas coisas: primeiro, que a presença de Deus no mundo já começou, e que Ele já está presente de uma maneira oculta; em segundo lugar, que essa presença de Deus acaba de começar, ainda que não seja total, mas está em processo de crescimento e amadurecimento. Sua presença já começou, e somos nós, os crentes, que, por Sua vontade, devemos fazê-lo presente no mundo. É por meio da nossa fé, esperança e amor que Ele quer fazer brilhar a luz continuamente na noite do mundo. De modo que as luzes que acendemos nas noites escuras deste Inverno sejam ao mesmo tempo consolo e advertência: certeza consoladora de que a «luz do mundo» já foi acesa na noite escura de Belém e transformou a noite do pecado humano na noite santa do perdão divino; por outro lado, a consciência de que esta luz somente pode – e somente quer – seguir brilhando se é sustentada por aqueles que, por ser cristãos, continuam através dos tempos a obra de Cristo.
Bento XVI

Famílias em Missão:
Neste Natal, levar Jesus à consoada de cada família
Depois da iniciativa de Outubro, onde cerca de 60 famílias receberam a visita das Famílias em Missão que lhes levaram uma imagem de Nossa Senhora, um terço e uma proposta de oração em família, vamos agora levar Jesus à consoada das famílias da nossa Paróquia, especialmente daquelas que não frequentam a Igreja.
Serão cerca de 80 as famílias que serão visitadas e a quem entregaremos uma imagem do Menino, uma vela, uma proposta de oração para ser feita em família antes ao iniciar a Ceia de Natal e uma mensagem de uma família cristã da nossa Comunidade Paroquial.
Para esta iniciativa necessitamos:
- Mais «Famílias em Missão» que se disponham a visitar um ou mais vizinhos não praticantes levando-lhes esta proposta. Se tem algum vizinho a quem gostasse de fazer esta oferta, não deixe de se inscrever nas «Famílias em Missão»
- Famílias cristãs que se disponham a escrever um ou mais cartões com o seu testemunho e o convite a que nos encontremos com Jesus neste Natal. Estes cartões poderão ser levantados nos serviços paroquiais e entregues no mesmo local até ao dia 16.

Esta Semana
Concerto de Natal
Neste Domingo, dia 9, o Coral de Cristo – Rei vai promover o seu tradicional Concerto de Natal. Para além do nosso Coral, que abrirá a sessão, participarão também o Coro Santander Totta e o Coral Canto Novo/Costa Azul. O Concerto vai realizar-se no salão paroquial, e tem início às 16h00. A entrada é gratuita e todos estamos convidados.

Retiro do Advento
Nesta segunda – feira, dia 10, no Salão Paroquial, vamos ter o nosso retiro paroquial de Advento, orientado pelo diácono João Gonçalves. Inicia às 10h00 e termina, com a Eucaristia, às 17hoo.

Bênção e entrega das imagens do Menino Jesus
Nas missas do próximo fim de semana teremos a já habitual bênção e entrega das imagens do Menino. As crianças estão convidadas a trazerem à igreja a imagem do Menino que irão depois colocar no presépio, em suas casas.

Confissões em Tempo de Advento
Tempo de conversão, o Advento é, também, tempo de Confissão. Para além do horário normal das confissões na nossa Paróquia, que se encontra afixado, teremos no dia 16, Domingo, pelas 15h00, Celebração Penitencial seguida de confissões.
Quem tiver conhecimento de algum familiar ou vizinho doente que deseje receber a visita de um sacerdote neste tempo de Advento poderá deixar o seu nome, morada e contacto nos serviços paroquiais ou directamente a algum dos padres

Recibo dos donativos e contributo paroquial
As pessoas que, ao longo deste ano, fizeram os seus donativos ou pagaram o contributo paroquial e já receberam a respectiva declaração deverão tratar de a substituir junto dos serviços paroquiais ou do diácono Adelino pelo recibo normalizado segundo as indicações do ministério das finanças e do Patriarcado de Lisboa.

Esta Semana
10 – Dia Mundial dos Direitos Humanos
11 – Dia Mundial da UNICEF

Missionários da Oração
Esperando o Natal
Torna-nos dignos, Senhor,
De celebrar e acabar em paz
A tua festa de luz
Deixando as palavras vãs,
Fazendo obras justas,
Evitando as paixões
E elevando-nos acima da terra.
Em «Oriens christianus»
Leituras
10 »
2ª Feira L 1 Is 35, 4-7a; Sal 84; Ev Lc 5, 17-26
11 »
3ªFeira L1 Is 40, 1-11; Sal 95; Ev Mt 18, 12-14
12 »
4ªFeira L 1 Is 40, 25-31; Sal 102; Ev Mt 11, 25-30
13 » S. Luzia, virgem e mártir - MO
5ªFeira L 1 Is 41, 13-20; Sal 144; Ev Mt 11, 11-15
14 » S. João da Cruz, presbítero e doutor da Igreja - MO
6ª Feira L 1 Is 48, 17-19; Sal 1; Ev .Mt 11, 16-19
15 »
Sábado L 1 Sir 48, 1-4.9-11; Sal 79; Ev. Mt 17, 10-13
16 » Domingo III do Advento
Domingo L 1 Is 35, 1-6a.10; Sal 145; L 2 Tg 5, 7-10 ; Ev Mt 11, 2-11

Folha Informativa - Dom. 2 de Dezembro de 07 Domingo I do Advento

Palavra do Pároco
Quem é o meu próximo?
A propósito da Semana da Caridade
Por vezes, quando surge alguma calamidade no outro lado do planeta e somos convidados a ser solidários, confrontam-nos com a seguinte pergunta: porquê ir tão longe se há tantas pessoas necessitadas mesmo aqui ao nosso lado? Respondo invariavelmente: «o que cria as distâncias não são as milhas mas sim o coração».
Outros questionam: o que adianta ajudar uma pessoa se estou diante de uma multidão incontável de pobres a quem eu não posso valer? Aí respondo com uma história de que gosto muito: «Uma criança afadigava-se por entregar ao mar, um a um, um cardume enorme de pequenos peixes que a maré tinha lançado na areia da praia. Alguém a questionava: porquê te dás a todo esse trabalho? Não vês que nunca conseguirás salvar todos os peixes sozinho? Além do mais eles vão morrer muito antes de conseguires colocar todos na água! O teu trabalho todo não fará qualquer diferença na tua intenção de salvar o cardume... O menino olha para o peixinho que segura na mão e responde cheio de confiança para o senhor que o interpelava: - É verdade, talvez não faça grande diferença para salvar todo o cardume. No entanto, para este pequeno peixe fará toda a diferença do mundo!»
Nesta Semana da Caridade, ao entramos no tempo do Advento, abramos o nosso coração aos pobres, próximos e distantes, para que todos eles se tornem o nosso «Próximo». É que a nossa ajuda pode fazer «toda a diferença».

Pensamento
Para a vinda de Cristo, que poderíamos chamar «encarnação espiritual», o arquétipo é Maria. Como a Virgem conservou no seu coração o Verbo feito carne, assim cada uma das almas e toda a Igreja estão chamadas, na sua peregrinação terrena, a esperar Cristo que vem, e a acolhê-lo com fé e amor sempre renovados.

Bento XVI
O Advento é destinado a dar asas e pés aos sonhos de paz.
Frei Bento Domingues

Meditação
Que fizemos da Espera?
Sobre a hora e as modalidades desta vinda formidável, será vão, adverte-nos o Evangelho, especular. Mas devemos esperar.
A espera, a espera ansiosa, colectiva e operante de um Fim do Mundo, isto é, de uma Saída para o Mundo, é a função cristã por excelência e talvez o traço mais distintivo da nossa religião.
Historicamente a espera jamais deixou de guiar, como um archote, os progressos da nossa fé. Aparecido entre nós por um instante, o Messias só se deixou ver e tocar para se perder, uma vez ainda, mais luminoso e inefável, nas profundezas do futuro. Ele veio, mas agora, devemos esperá-lo ainda e de novo – não apenas um pequeno grupo escolhido, mas todos os homens – mais do que nunca. O Senhor Jesus só virá depressa se o esperarmos muito. É uma acumulação de desejos que deve fazer irromper a Parusia.
Cristãos, encarregados após Israel de guardar sempre viva sobre a Terra a chama de desejo, vinte séculos após a Ascensão, que fizemos da espera?
Teilhard de Chardin

Fonte Inefável de Luz
Fonte inefável de luz,
Verbo em quem o Eterno contempla a sua beleza,
Astro do qual o Sol não passa de sombra grosseira,
Dia sagrado de quem o dia recebe a sua claridade.

Ergue-te, Sol adorável,
Que transformas a eternidade num dia feliz;
Faz brilhar a nossos olhos a tua claridade compassiva,
E difunde em nossos corações o fogo do teu amor.

Guia a nossa alma no seu caminho,
Torna o nosso corpo dócil à tua divina lei;
Enche-nos de uma esperança inabalável por qualquer dúvida,
E que jamais o erro altere a nossa fé.
Sto. Ambrósio

À mesa da Palavra
São Mateus, evangelista do novo ano litúrgico – Ano A –
O Leccionário Dominical (livro litúrgico que integra as leituras dominicais) está estruturado em três anos, o ano A, B e C. Isto significa que durante 3 anos as leituras são diferentes, só se repetindo no quarto ano. Em cada um dos anos, especialmente nos domingos do Tempo Comum, acompanha-nos um dos evangelistas sinópticos, sendo São Mateus o evangelista deste ano, o ano A. Durante os próximos números da Folha Informativa vamos procurar apresentar este evangelista e as características específicas do seu Evangelho.

«Na Eucaristia a mesa da Palavra é tão importante como a mesa do Pão Repartido, ou dito de outra maneira a Palavra é o primeiro Pão Repartido.»
D. José Policarpo

«Meditai com frequência na Palavra de Deus e permiti que o Espírito Santo seja o vosso Mestre. Assim, havereis de descobrir que os pensamentos de Deus não são os dos homens; sereis levados a contemplar o verdadeiro Deus e a ler os acontecimentos da História com os seus olhos; haveis de saborear a alegria que nasce da verdade.»
Bento XVI
Destaque
A Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora
Mais do que qualquer outro tempo do Ano Litúrgico, o Advento é tempo de Maria, pois é nele que A vemos em mais íntima relação com o Seu filho, ao Qual está unida «por vínculo estreito e indissolúvel» (LG. 53).
Se o Senhor veio ao meio dos homens, se Ele vem ainda, é por meio de Maria. N’Ela se cumpre, na verdade, o mistério do Advento.
Embora, na sua origem e no seu princípio, a Solenidade da Imaculada Conceição, que vem do século XI, não nos apareça em ligação com o Advento, contudo ela é uma verdadeira festa do Advento. Ela é a aurora que precede, anuncia e traz em si o Dia novo, que está para surgir no Natal.
Enaltecendo a Virgem Maria, esta Solenidade, em vez de nos desviar do Mistério de Cristo, leva-nos, pelo contrário, a exaltar a obra da Redenção, ao apresentar-nos Aquela que foi a primeira a beneficiar dos seus frutos, tornando-se a imagem e o modelo segundo o qual Deus quer refazer o rosto da Humanidade, desfigurado pelo pecado.
Assim como na aurora se projecta a luz do sol, de cujos raios ela tira a vida, assim em Maria Imaculada se reflecte o poder do Salvador que está para vir: a Seus méritos Ela deve, com efeito, o ter sido «remida de modo mais sublime» (LG. 53).
Festa de Advento, a Solenidade da Imaculada Conceição constitui uma bela preparação para o Natal.

ORAÇÃO
Senhor nosso Deus, que, pela Imaculada Conceição da Virgem Maria, preparastes para o vosso Filho uma digna morada e, em atenção aos méritos futuros da morte de Cristo, a preservastes de toda a mancha, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de chegarmos purificados junto de Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Sabia que
A coroa do Advento
Em cada domingo do Advento acendemos uma das quatro velas da Coroa do Advento: a 1ª lembra o perdão concedido a Adão e Eva, a 2ª simboliza a fé de Abraão e a dos outros Patriarcas a quem foi anunciada a Terra Prometida, a 3ª lembra a alegria do Rei David que recebeu de Deus a promessa de uma aliança eterna, a 4ª vela recorda o anúncio da chegada do Senhor pelos Profetas.
A luz nascente das velas indica a proximidade do Natal e representa a nossa fé e a nossa alegria pela vinda do Senhor.

Notícias
A Semana da Caridade
Até ao próximo fim de semana estará a decorrer na nossa Paróquia a Semana da Caridade. Somos convidados a partilhar os nossos bens, deixando a nossa oferta à saída das missas do próximo sábado e domingo, trazendo bens alimentares (principalmente azeite, bacalhau, açúcar, etc.) para os cabazes de Natal dos mais pobres, comprando as prendas no Mercadinho de Natal, ao fundo da igreja de Algés. Neste Natal, não fechemos o nosso coração aos mais necessitados.

A Solenidade da Imaculada Conceição
As missas desta Solenidade serão à hora habitual de Domingo, incluindo as missas vespertinas, excepto as missas do dia à tarde, que já são vespertinas do II Domingo do Advento.

Esta Semana
2 – Dia Internacional pela Abolição da Escravatura
3 – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
5 – Dia Mundial do Voluntariado
7/8 –Cimeira Europa/África

Missionários da Oração
Senhor Deus, nosso Pai
Como a luz, queremos ficar de vela
Para acolher o vosso Filho
E atender aos “sinais dos tempos”
Enquanto esperamos a sua última vinda.
Pelo vosso Espírito Santo,
Concedei-nos a graça e a paz
E ensinai-nos a vigiar e orar.

Leituras
3 » S. Francisco Xavier, presbítero, Padroeiro das Missões - MO
2ª Feira L 1 Is 4, 2-6; Sal 121; Ev Mt 8, 5-11
4 »
3ªFeira L1 Is 11, 1-10; Sal 71; Ev Lc 10, 21-24
5 » S. Frutuoso, S. Martinho de Dume e S. Geraldo, bispos - MO
4ªFeira L 1 Is 25, 6-10a; Sal 22; Ev Mt 15, 29-37
6 »
5ªFeira L 1 Is 26, 1-6; Sal 117; Ev Mt 7, 21.24-27
7 » S. Ambrósio, bispo e doutor da Igreja - MO
6ª Feira L 1 Is 29, 17-24; Sal 26 A; Ev .Mt 9, 27-31
8 » Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria – Padroeira Principal
De Portugal - Solenidade
Sábado L 1 Gen 3 9-15; Sal 97; L 2 Ef 1, 3-6.11-12; Ev.Lc 1, 26-38
9 » Domingo II do Advento
Domingo L 1 Is 11, 1-10; Sal 71; L 2 Rom 15, 4-9 ; Ev Mt 3,